sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Castor

Castor é um gênero de roedores semi-aquáticos, da família Castoridae, nativo da América do Norte e da Europa, sendo o único gênero ainda existente dessa família, com duas espécies remanescentes: o C. fiber (castor-europeu) e o C. canadensis (castor-americano).
      Existiu também o castor-de-kellogg (C. californicus), que está extinto desde o Pleistoceno. Todas eles habitam exclusivamente o Hemisfério Norte, excepto alguns castores americanos, que chegaram à região sul-americana da Terra do Fogo, introduzidos artificialmente. Também introduziram-se indivíduos desta espécie em certas regiões da Europa. Com estas exceções, oCastor canadensis habita unicamente a América do Norte, e o Castor fiber em regiões da Europa e da Ásia.
      O extinto Castor californicus estendia-se pelo que hoje em dia é o oeste dos Estados Unidos. As espécies vivas são muito similares entre si, mas investigações genéticas demonstraram que as populações europeias e norte-americanas são duas espécies, sendo a principal distinção entre elas o diferente número de cromossomas.
Castor-americano (Castor canadensis)
     Estes animais são conhecidos por sua habilidade natural para construir diques em rios e riachos que são os seus lares — chamadostocas — criando assim represas que bloqueiam a corrente de água. Para a edificação destas estruturas utilizam principalmente troncos de árvores, que derrubam com seus poderosos dentes incisivos. Apesar da grande quantidade de árvores que devastam, os castores não costumam prejudicar o ecossistema em que vivem: pelo contrário, mantêm-no saudável, pois seus diques proveem uma grande quantidade de benefícios; entre outras coisas, estas barreiras propiciam a criação de zonas úmidas, ajudam a controlarinundações e eliminam contaminantes da corrente. Porém, em ecossistemas estranhos para eles, estas modificações ao ambiente podem ser prejudiciais, como aconteceu, por exemplo, com os castores introduzidos na Terra do Fogo e nas comunidades espanholas de Navarra e La Rioja.


     Desde centenas de anos os castores fazem parte da cultura popular e, em alguns casos, tiveram uma grande influência no desenvolvimento das sociedades humanas. Um exemplo disto é sua importância na colonização europeia da América, pois a busca por suas peles foi um dos fatores que impulsionaram a exploração e o posterior desenvolvimento econômico da América do Norte. Isto foi devido ao valor comercial de suas peles e de outros produtos obtidos deles, como o castóreo. Também é um elemento muito representativo na cultura do Canadá, a tal grau que é o animal-símbolo nacional daquele país. Portanto, a influência dos castores não se limita ao setor econômico e comercial, também abarca campos variados como a literatura, a religião e o desporto.



Classificação científica
Reino:Animalia
Filo:Chordata
Classe:Mammalia
Ordem:Rodentia
Subordem:Castorimorpha
Família:Castoridae
Género:Castor
Linnaeus, 1758
Distribuição geográfica
Distribuição de C. canadensis.
Distribuição de C. canadensis.
Espécies
Wikispecies
Wikispecies tem informações sobre: Castor



Fonte: Wikipédia


Lenya Ribeiro Ferreira


15-11-2013

sábado, 10 de agosto de 2013

Casal enfrenta leões e chitas e sentam-se com eles

Zâmbia: casal destemido passeia e brinca com leões e chitas (com FOTOS)

Há um casal corajoso que leva alguns dos mais perigosos felinos de África a dar passeios. Adalberto Mangini, 51 anos, e Laura Bongiorni, 50 anos, passeiam, dão festas e até brincam com leões e chitas na Zâmbia.
Os predadores fazem parte de um programa de desenvolvimento do The Mukini Big 5 Centre e acabarão, no futuro, por ser libertados na natureza. Apesar do perigo iminente, o casal não tem qualquer problema em sair para dar uma volta com alguns deles.
Adalberto Mangini, manager de vendas em Milão, Itália, defende que é possível estabelecer contacto próximo com os animais, desde que isso seja feito de forma correcta. Os truques passam por não mostrar medo – os animais sentem-no facilmente –, respeitá-los sempre, tocá-los nos sítios certos e falar com eles – depressa aprendem a reconhecer a voz da pessoa.
É assim que Adalberto consegue que uma chita lhe lamba o rosto, num gesto carinhoso, ou beba água das suas mãos e que Laura se senta calmamente no meio que quatro poderosos leões.
Mesmo assim, alerta que tem de se ter sempre os olhos bem abertos, nunca virar costas aos animais e ser muito calmo, sem fazer movimentos rápidos.
“Descobrimos que é mais fácil aproximarmo-nos das chitas, durante o tempo que ficamos com elas. Elas são competitivas e adoram ganhar – e, tal como os seres humanos, cada uma delas tem uma personalidade distinta”, diz Mangini.
Como parte do programa, as chitas são ensinadas a usar a sua velocidade explosiva para caçar. Uma vez preparados, os animais são libertados em áreas de gestão onde se podem reproduzir sem interferência humana e criar os filhotes até eles terem idade suficiente para serem transferidos com segurança.
As chitas são os mais vulneráveis dos grandes felinos, com a crescente perda de habitat e diminuição do número de presas.











                                                                                        Lenya

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Blog legal

Olá pessoal, eu sei que este é um blog de animais mas, eu não pude deixar de notar um blog ótimo(principalmente para as meninas).
 Ele se chamava conversa entre amigas, mas agora mudou o nome para My Thoughts. Ele tem tudo que  você precisa saber, aprender e está cheio de novidades. Fotos fofas, la tem isso, encomendas de capas, la tem isso, divertimento, lá tem isso...
 E toda Sexta-feira tem uma play-list das musicas mais legais para você ouvir no feriado(sabado e domingo) e todo Sabado(as vezes Sexta-feira) tem uma seleção de imagens super fofas para vocês, cada semana um tema diferente!.
 

  Lenya